Saturday, November 26, 2005

Como flei ants.... estoumi aki di volta.....

com algumas reportagns com alguns jogadores... no post passado jah deixei a do Serginho....agora virão do Giba e do Samuca.... dpois vou colocar +...

Bjoss




GIBA: DUPLA CIDADANIA, MAS SANGUE DE UM PAÍS SÓ
Tóquio, Japão – Na partida deste SÁBADO (26.11), entre Brasil e Itália, há um jogador que poderia estar de qualquer lado da quadra. O ponta Giba nasceu em Curitiba, mas também possui a cidadania italiana graças aos bisavós que nasceram no país. Mas o coração não se engana e o de Giba já tem don é do Brasil.
Mesmo morando há cinco anos na Itália, o jogador garante que nunca trocaria de seleção. E não é porque o Brasil é a equipe mais vencedora dos últimos anos, atual campeã olímpica e mundial. É por um motivo ainda mais profundo.
"Vim buscar a cidadania (italiana) há três, quatro anos, mas sou brasileiro de sangue. Já me perguntaram se eu não preferia jogar pela seleção da Itália, mas é uma questão de princípio, de orgulho de ser brasileiro, de ver a bandeira subindo, de cantar o hino", conta Giba.
O jogador lembra uma das primeiras vezes na vida em que sentiu a importância de se orgulhar do seu país. Foi no colégio, quando era criança. "Eu tinha um professor na escola, em Londrina, que era muito respeitado. Na hora do hino tinha um monte de gente conversando e rindo. Ele falou: 'No dia em que vocês escutarem o Hino Nacional, virem a bandeira do Brasil e não se arrepiarem, é porque perderam o orgulho de ser brasileiro'. E eu trago isso comigo, é uma coisa forte", diz Giba.
No futuro, o jogador pode até voltar para o Brasil, onde pretende ter um projeto social. Por enquanto, a casa de Giba e Pirv é uma verdadeira torre de babel. Ele garante que sua filha, a pequena Nicoll, de um ano e três meses, já entende português, romeno e italiano.
"De vez em quando ela fala uma palavra em cada língua", lembra Giba, que se divertiu correndo pelo aeroporto de Milão no dia da viagem para o Japão, na semana passada.
Na Copa dos Campeões, Giba está perto de viver uma situação inédita nos seus dez anos de seleção. Escolhido como capitão do Brasil para esta competição, ele pode levantar uma taça de campeão pela primeira vez na carreira no próximo DOMINGO (26.11). "É uma honra ser capitão da seleção brasileira, mas acho que emoção sempre tem, mesmo se você for o 12o a levantar a taça", diz o jogador.
Quanto à seleção da Itália, Giba acredita que ela melhorou muito desde a final dos Jogos Olímpicos. "É um time para se ver, que está com um ritmo de jogo bom. Nesse nível que a gente chegou o jogo é decidido em detalhes", afirma.




SAMUEL, UMA HISTÓRIA DE SUPERAÇÃO DESDE OS PRIMEIROS DIAS DE VIDA
Tóquio, Japão – Aos 21 anos, o ponta Samuel vive um momento decisivo na seleção brasileira. Este ano, pela primeira vez na carreira, ele participou de todas as competições da equipe e agora precisa amadurecer para continuar no grupo. Ao menos superar obstáculos está longe de ser novidade para o jogador. Ele driblou um futuro incerto logo aos 15 dias de vida, quando foi adotado pelo casal Hans e Ursula Fuchs.
"Assim que nasci, meus pais adotivos souberam que tinha uma criança abandonada em São Paulo e me levaram para Curitiba. Não sei qual seria o meu destino se não fosse por eles. Eu poderia estar num orfanato ou virar menino de rua. O Brasil oferece tantos perigos. Sou grato a eles por isso", conta Samuel, de 2,00m.
O jogador foi chamado pela primeira vez para a seleção em 2002. Este ano, tornou-se presença constante nas convocações do técnico Bernardinho, após a descoberta de um aneurisma na aorta do ponta Roberto Minuzzi, o que acabou abrindo vaga para outro ponta na seleção.
"Samuel tem um bom potencial físico e vai numa altura que poucos vão. Ele e o Murilo (ponta) foram beneficiados pelo incidente com o Minuzzi. No caso do Samuel, é um talento a se confirmar ainda. Ele tem que se tornar um cara efetivo, ser mais regular no saque, ganhar em postura, em personalidade. Não adianta estar entre os 12 e não ser efetivo", avalia Bernardinho.
O jogador reconhece que ainda precisa crescer, mas garante que já começou a superar a timidez das primeiras convocações. "Estou buscando mudança. Por ser o mais novo, ainda não tenho intimidade com os mais velhos, tenho mais com Murilo, Dante... Aos poucos estou melhorando. Hoje me sinto mais à vontade nos treinos. Nos jogos nem tanto, ainda fico nervoso. Sei que é uma coisa normal. Todo mundo passa por isso", acredita Samuel.
Para se proteger durante os jogos, o jogador, cujo pai é pastor evangélico, tem duas tatuagens: uma com a inscrição "Jesus" em hebraico, no braço direito, e outra com uma estrela de Davi e as iniciais dos integrantes de sua família, sob o braço esquerdo. "É para estar comigo nos momentos de concentração, em que fico longe de casa", conta Samuel.
O ponta sabe que, caso consiga solidificar sua carreira na seleção, irá aparecer mais na mídia e poderá ser procurado pelos seus pais biológicos. Mas ele diz que encara isso com tranqüilidade ­- a mesma que está aprendendo a ter na seleção. "Não tenho vontade de conhecer meus pais biológicos. Meus pais adotivos são os verdadeiros. Vou aceitar recebê-los, mas ainda não sei qual será minha reação", admite.

1 Comments:

Anonymous Larisse said...

eiiiiiii Mah...
ow,q lindu qe ta seu flog...
super bem feito...
lindas as reportagens!!!!!!!
ow,até arrepiei qnsu vi akela foto materia do GIba..mto linda materia...mto lindo o GIba!!!!!

super bjo

7:29 PM  

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